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domingo, 5 de outubro de 2014

As Lições da Natureza







*Por: Dr. Fernando Dias Prado
Geralmente levamos toda uma vida para construir o que planejamos como nosso “mundo ideal”. Um exemplo seria a casa dos nossos sonhos, assim como tantos outros projetos de vida. Uma verdadeira odisséia de dedicação e anos de muito trabalho. Assim também ocorre com a Natureza que levou milhares de anos para definir a seleção natural dos seres vivos (homens e animais) divididos em diversas raças e espécies. Quando falo em raça humana não pretendo tratar aqui de racismo, eugenia etc., mas sim de pura ciência, uma vez que todas as raças têm o seu devido valor e são importantes para que o ciclo da vida se desenvolva naturalmente. Não foi a toa que a Natureza trabalhou milhares de anos para definir o perfil exato de cada espécie que compõe o nosso planeta.
E por ignorar toda essa bela arquitetura os homens continuam a errar pelo Jardim da Natureza, convencidos de quase tudo saber, e, no entanto, deixam de enxergar um dos princípios básicos de maior importância na sua organização, princípio esse conhecido por qualquer animal irracional deste planeta: o isolamento de todos os seres vivos desta terra dentro das suas espécies. Cada animal só se associa a um companheiro da mesma espécie. O abelheiro com o abelheiro, o elefante com a elefanta, a cegonha com a cegonha, o rato campestre com o rato campestre, o rato caseiro com o rato caseiro, o lobo com a loba e por aí vai.
Todo cruzamento entre dois seres de situação um pouco desigual na escala biológica dá, como produto, um intermediário entre os dois pontos ocupados pelos pais. Significa isto que o filho chegará provavelmente a uma situação inferior, e jamais atingirá, entretanto à qualidade intelectual desejada. Mais tarde será, por conseguinte, derrotado na dura luta da vida. Essa união está em completo desacordo com a vontade da Natureza, que, de um modo geral visa o aperfeiçoamento genético na procriação de cada raça.
A mistura de raças sacrifica o aperfeiçoamento do DNA humano. Somente um débil mental de nascença poderá ver nesse fato uma crueldade, o que se explica pela sua falta de conhecimento e profunda limitação. Esse instinto que vigora em toda a Natureza, essa tendência à padronização racial, tem por conseqüência não só levantar uma barreira poderosa entre cada raça e o mundo exterior, como também uniformizar as disposições naturais. A raposa é sempre raposa, o ganso, ganso, o tigre, tigre etc. A diferença só poderá residir na medida variável de força, robustez, agilidade, resistência etc; verificada em cada um individualmente. Nunca se achará, porém, uma raposa manifestando a um ganso sentimentos humanitários da mesma maneira que não há um gato com inclinação favorável a um rato.
A Natureza trabalhou milhares de anos aperfeiçoando até selecionar todas as raças existentes. Não foi um trabalho em vão, de outra forma só existiria um único padrão racial no planeta. As distinções raciais entre os seres humanos é uma prova de que ela se faz necessária para a evolução do homem e sobrevivência do ecossistema do planeta Terra. O mesmo processo também ocorre com os animais irracionais que são divididos em raças distintas. Quando a mistura de raças acontece num processo conhecido por miscigenação, começa também o processo de decadência do ser humano numa cadeia infinita de problemas genéticos e de saúde que contribuem de uma forma violenta para o aparecimento de novas doenças, inclusive auto-imunes e diversos tipos de moléstias degenerativas e tipos de câncer. O embaralhamento genético em países miscigenados como o Brasil, por exemplo, torna quase impossível uma padronização genética. Resultado: a incompatibilidade de gene devido à grande mistura racial produz imenso desencontro entre doadores de medula óssea, por exemplo, diferente de países nórdicos que revelam alta compatibilidade genética.
Inúmeras provas disso nos fornecem a experiência histórica e a própria ciência. Com assombrosa clareza ela demonstra, que, em toda mistura de sangue entre raças humanas diferentes, o resultado foi sempre a extinção do elemento civilizador. Os Estados Unidos, cuja população, decididamente, na sua maior parte, se compõe de elementos germânicos, que só muito pouco se misturaram com outras raças, apresenta outro padrão cultural do que a América Central e do Sul, onde os imigrantes, quase todos latinos, se fundiram, em grande número, com os habitantes indígenas e afro-descendentes proporcionando a decadência visível desses continentes. Bastaria esse pequeno exemplo para fazer reconhecer clara e distintamente, o efeito negativo provocado pela mistura racial.
Em poucas palavras, o resultado do cruzamento de raças é, portanto, sempre o seguinte:
     A) A degeneração racial humana;
     B) Regresso físico e intelectual e, com isso, o começo de muitas enfermidades, que progride devagar, mas seguramente para as futuras gerações. Provocar semelhante estrago não passa então de um atentado à vontade do Criador. Procurando rebelar-se contra a lógica férrea da Natureza, o homem entra em conflito com os princípios fundamentais, aos quais ele mesmo deve exclusivamente a sua existência no seio da humanidade - Desse modo, esse procedimento de encontro às leis da Natureza só pode conduzir à sua própria decadência física e intelectual.
Tudo que hoje admiramos nesta terra, - ciência e arte, técnica e invenções - é o produto criador somente de poucos povos e talvez, na sua origem, de uma única raça. Deles também depende a estabilidade de toda esta cultura. Com a destruição desses povos baixará igualmente ao túmulo toda a beleza desta terra. Por mais poderosa que Possa ser a Influência do solo sobre os homens, seus efeitos sempre vão variar segundo as raças. A falta de fertilidade de um país pode estimular uma raça a alcançar nas suas atividades um rendimento máximo; outra raça só encontrará no mesmo fato motivo para cair na maior miséria, acompanhada de alimentação insuficiente e todas as suas conseqüências. As qualidades intrínsecas dos povos são sempre o que determina a maneira pela qual se exercem as influências externas. A mesma causa, que a uns leva a passar fome, provoca em outros o estimulo para trabalhar com mais afinco e vencer. Quem desejar viver, deve se preparar para o combate da vida, e quem não estiver disposto a isso, neste mundo de lutas eternas, não conseguirá alcançar a plenitude da vida.
Por mais doloroso que isso possa ser, é preciso afirmar-lo. A sorte mais dura é, sem dúvida alguma, a do homem que julga poder vencer a Natureza e na realidade a Natureza do mesmo escarnece. A réplica da Natureza se resume então em privações, infelicidades, moléstias e novos problemas genéticos! O homem que desconhece e menospreza as leis raciais, em verdade, perde desgraçadamente a oportunidade que lhe parece reservada, Impede a marcha triunfal da seleção racial natural, com isso estreitando também a condição primordial de todo progresso humano. No decorrer dos tempos, vai caminhando para o reino do animal indefeso, embora portador de sentimentos humanos. A essa situação a Natureza se rebela de várias formas, em um aviso de decadência e fim.
É uma tentativa ociosa querer discutir qual a raça ou quais as raças que foram os depositários da cultura humana e os verdadeiros fundadores de tudo aquilo que compreendemos sob o termo "Civilização". - Mais simples é aplicar essa pergunta ao presente, e, aqui também, a resposta é fácil e clara. O que hoje se apresenta a nós em matéria de cultura humana, de resultados colhidos no terreno da arte, da filosofia, da geologia, física, matemática, arquitetura, técnica, engenharia, das ciências avançadas e toda a tecnologia existente na terra é quase que exclusivamente produto da criação da raça branca européia. Cabendo as outras raças algumas contribuições na música e nos esportes. Nenhum grande filosofo, pensador ou cientista em tempo algum descendeu de povos afro ou análogo. É sobre tal fato, porém, que devemos apoiar a conclusão de ter sido a raça branca européia o fundador exclusivo de uma humanidade civilizada, representando assim "o tipo primitivo daquilo que entendemos por "homem". É ele o Prometeu da humanidade, e da sua fronte é que jorrou, em todas as épocas, a centelha do Gênio, acendendo sempre de novo aquele fogo do conhecimento que iluminou a noite dos tácitos mistérios, fazendo ascender o homem a uma situação de superioridade sobre os outros seres terrestres que continuam a viver na escuridão da ignorância.
Se a humanidade fosse dividida em três categorias: fundadores, depositários e destruidores de Cultura, só a raça branca européia deveria ser visto como representante da primeira linha. Deles provêm os alicerces e os muros de todas as criações humanas, e os traços característicos de cada povo em particular são condicionados por propriedades exteriores, como sejam a forma e o colorido, É ele quem fornece o formidável material de construção e os projetos para todo progresso humano. As causas exclusivas da decadência de antigas civilizações são: a mistura de sangue e o rebaixamento do nível da raça, que aquele fenômeno acarreta. Está provado que não são guerras perdidas que exterminam os homens e sim a perda daquela resistência, que só a raça uniforme é capaz de oferecer. Tudo o que, no Mundo, não é raça boa é joio. O negro deve ser sempre negro, oriental sempre oriental, assim como todas as demais raças devem se manter como foram definidas pela arquitetura da Natureza. Só um hipócrita ou bruto não enxerga a realidade dessa assertiva.
O que é verdade, no que diz respeito ao trabalho civilizador de todo o progresso humano, aplica-se ainda, muito mais, em se tratando de preservar o homem e a sua cultura. A coroação de todo espírito de abnegação reside no sacrifício da própria vida individual em prol da existência coletiva. Só assim se pode impedir que mãos criminosas ou a própria Natureza destruam aquilo que foi obra de mãos humanas. Para isso é necessário que as raças humanas se mantenham originais, como divinamente foram selecionadas pela Natureza, sem a estupidez da miscigenação e da sua própria decadência. Costumamos ser enganados desde que nascemos e tudo que acreditamos desde nossa infância é uma imposição da versão norte americana do mundo. Essa é uma constatação mais que lógica e que muito pouco refletimos sobre ela. Somos doutrinados a assimilar apenas um lado da "verdade", num mundo repleto delas. Devemos refletir sem preconceitos ou barreiras sobre essa lógica.
*Dr. Fernando Dias Prado é médico geneticista


sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Brancos no Brasil

Apesar de todas as mentiras que nos bombardeiam diariamente, de que não existem brancos puros no Brasil, de que somos todos mestiços e blá blá blá, as estatísticas provam que o Brasil é um país de maioria branca. Segundo o IBGE, Brancos formam 53,7% da população (Em Santa Catarina esse número chega a 90%, Rio Grande do Sul 82%, Paraná 75% e São Paulo, mesmo com os imigrantes não-brancos nordestinos, 70%) , mestiços formam 38%, pretos 6,2%, amarelos ou mongólicos 1,7% e ameríndios 0,3%. Judeus não entram nessa estatística, mas são 95 mil. No núcleo genético da UFMG, estudos genéticos sobre o genoma humano mostraram e comprovaram que 40% da população brasileira é, no mínimo, GENÉTICAMENTE 99,999999% européia, e considerando que 40% de mais de 180 milhões de brasileiros resultam em mais de 72 milhões de brancos genéticamente puros, que é um índice demográfico branco maior do que o de muitos países europeus (como o da Islândia, por exemplo, que apesar de ser hoje considerado um único pais 100% branco do planeta, possui apenas 500 mil habitantes). Ou seja, brancos puros formam 40% da população brasileira e mestiços predominantemente brancos 13,7%. A maior parte dos brancos do Brasil, são italianos, portugueses, espanhóis e alemães. Também há um número significativo de suíços (primeiros arianos não-portugueses a colonizarem o Brasil, tendo deixado sua marca nas cidades de Campos do Jordão e Nova Friburgo), gregos, holandeses, franceses, polacos, russos e ucranianos.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Preconceito não é Burrice

Roberto Cavalcanti

Um slogan bastante surrado hoje em dia, freneticamente repetido sobretudo por gays e esquerdistas, é de que “preconceito é burrice”. Entretanto, pretende-se aqui demonstrar que tal afirmação não passa de um lugar-comum falacioso e totalmente vazio de significado. Preconceito significa pré-julgamento. Significa extrair de determinado objeto, lugar ou pessoa uma conclusão antecipada sem que ela possa ter um decisivo amparo da razão. Pré-julgar é algo inevitável. Fazemos pré-julgamentos a todo instante. Exemplos são inúmeros, e importa aqui citar aqueles que demonstram que o preconceito pode não ser burro. Um exemplo é uma pessoa que instada a decidir entre almoçar entre um restaurante bem conservado e outro que esteja com as suas paredes descascando, faça a primeira escolha. Esta escolha não tem nada de burra. É perfeitamente possível que o restaurante que foi preterido em função daquelas más condições ofereça uma boa comida ou até melhor que o outro. Entretanto, é bastante razoável supor que o desleixo dos proprietários em conservar o estabelecimento interfira na qualidade da comida, de modo que, embora a decisão guiada pelo preconceito não seja racional, pode ser razoável. Com efeito, nem tudo o que não é racional, é irracional.Irracional é aquilo que contraria a razão. Um exemplo são os dogmas católicos e milagres, que não contrariam a razão,mas que não são explicados pela razão. Outro exemplo é o preconceito. Baseado nisso, chamar preconceito de burrice, por não ter o amparo decisivo da razão, é o mesmo que chamar os católicos de burros por crerem em dogmas e milagres que não podem ser explicados pela razão. O princípio é o mesmo. Preconceito não é pecado. Nunca foi exorcizado pela religião, pelo menos antes do Concílio Vaticano II, mas sua demonização provém do iluminismo, que não aceita julgamentos não-empíricos em seu racionalismo extremado. Não se deve confundir o preconceito com a discriminação. O preconceito é o pré-julgamento, enquanto a discriminação é o preconceito em operação. O preconceito é a idéia abstrata e a discriminação o ato concreto. Entretanto, ambos podem ser tecnicamente ou moralmente bons. Um lugar onde costumamos exercer prodigamente os preconceitos e discriminações é no supermercado. Lá, pré-julgamos um molho de tomate como bom só por provir da Itália, um azeite como bom só por provir de Portugal, um bacalhau como bom só por provir da Noruega, e aí, em uma atitude totalmente discriminatória, compramos tais produtos, preterindo os demais. Significa com isso que todo molho, todo azeite e todo bacalhau provenientes de tais países são bons? Obviamente que não, pois dificilmente teríamos condições de experimentar todas as marcas vendidas em tais países para emitir conclusão precisa. Ao vermos um sorvete da marca do supermercado, acabamos por pré-julgá-lo como ruim, e aí compramos o tradicional sorvete Kibon ou Nestlé, em mais uma atitude discriminatória.

O supermercado é um dos lugares onde mais exercemos preconceitos e discriminações 

Quem nunca ouviu falar também da marca de eletro-eletrônicos CCE, cujo apelido pejorativo ficou conhecido como "Começou Comprando Errado"? Quem nunca teve uma experiência desagradável ao adquirir um aparelho da marca? Essas experiências ruins alimentam os preconceitos de toda uma coletividade para com a marca, que acaba sendo discriminada diante de uma outra marca de melhor reputação. CCE: marca de tradicional preconceito entre consumidores brasileiros Um outro preconceito, que é bastante comum entre brasileiros, é o de evitar a compra de produtos chineses. Pela nossa experiência, sabemos que produtos chineses, sobretudo eletrônicos, são de baixa qualidade, e quase sempre acabam se deteriorando rapidamente. Entretanto, não temos a exata ciência de que todos os produtos chineses, mesmo os eletrônicos, sejam de baixa qualidade. Porém, é no mínimo imprudente o consumidor absolutamente livre de preconceitos com produtos chineses, pois poderá experimentar possíveis dissabores em suas aquisições. Assim, como classificar de "burro" o preconceito a produtos chineses, já que a marcada experiência do brasileiro com tais produtos não é boa? Agora pergunto: tais preconceitos e discriminações são burras ou arbitrárias? Claro que não! Se os preconceitos e discriminações podem ser aplicados a lugares e coisas, por que cargas d'água não poderiam ser aplicados a pessoas? Uma pessoa pode escolher não querer receber transfusões de homossexuais em razão do histórico de doenças ligadas ao homossexualismo e receber a pecha de "homofóbico" ou "intolerante". Este pré-julgamento é perfeitamente razoável, considerando que os homossexuais têm 20 vezes mais chances que os héteros de estarem contaminados, segundo a OMS. Ora, a pessoa que apesar de desconhecer essa informação, rejeita o sangue homossexual por preconceito, é diligente com sua saúde e amor à vida e, por isso, nada tem de burra, pois seu preconceito acaba se confirmando por estatísticas favoráveis à razoabilidade de sua decisão. Mais um exemplo de preconceito que não é burro é a decisão de um empregador não contratar ex-presidiários. Não significa que todo ex-presidiário volte a delinqüir e com isso prejudicar o empreendimento, mas guiado pela prudência o empregador prefere contratar pessoas sem histórico prisional para não experimentar possíveis problemas. Trata-se certamente de um preconceito, guiado pela prudência, experiência e não pela razão, pois não há estatísticas informando sobre a reiteração da prática criminal por ex-presidiários a fim de amparar tal decisão. Novamente é um preconceito que nada tem de burro. A reputação de certas coisas, lugares e pessoas não é tomada arbitrariamente, mas é pré-conhecida em virtude de suas experiências históricas. Jogar a experiência no lixo só para se dizer "sem-preconceitos" não é, por certo, um gesto de sabedoria. Muito pelo contrário, trata-se de uma estupidez sem tamanho abdicarmos da experiência que nutrimos em toda nossa vida, seja ela proveniente de experiência pessoal ou do intercâmbio com pessoas mais velhas. Preconceitos também podem salvar vidas. Eu suspeito que o gênero humano teria sido extinto nos primeiros anos caso não houvessem preconceitos, pois a ciência era extremamente incipiente e o homem guiava-se sobretudo pela experiência. Refletindo a respeito, um amigo citou-me um exemplo de bastante sabedoria. Se você como homem primitivo observasse animais comendo certos cogumelos, poderia ter uma noção que deles poderia se alimentar, ainda que não totalmente segura. Não fosse esse preconceito, provavelmente o homem arriscaria sua vida comendo cogumelos venenosos para se dizer "absolutamente livre de preconceitos". Outro exemplo bastante útil hoje em dia são os testes de laboratório com chimpanzés. Guiando-se por um raciocínio probabilístico, não totalmente seguro, portanto, conservamos preconceitos de que aquilo que não faz mal a este macaco provavelmente não faz mal ao ser humano, já que a fisiologia deles é muito próxima a nossa, mas não 100% igual. Estes são exemplos de preconceitos que podem salvar vidas, e por conta da proximidade ao nosso instinto de auto-conservação - princípio basilar da moral - são moralmente bons. Desta forma, viemos a constatar através destes exemplos que burros são aqueles papagaios esquerdistas que, guiados por conclusões irrefletidas repetem freneticamente slogans falaciosos. Há preconceitos guiados por reflexões arbitrárias, assim como há preconceitos guiados pela razoabilidade. Se há uma coisa e outra, tachar o próprio preconceito por burrice é uma generalização extremamente burra.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

RACIALISMO É A NEGAÇÃO DO RACISMO

O Racialismo luta pela preservação cultural e racial de todos os povos individualmente sem discriminação A maioria das pessoas confunde racismo com Racialismo, pura ilusão. O Racialismo não tem nada que ver com o ódio racial nem com a violência humana. Para que um povo possa procriar e viver harmoniosamente, deve habitar em um lugar sem contaminação, com ar puro e águas limpas. O homem pertence à natureza e não está acima dela como nos querem fazer acreditar. As raças são a manifestação do trabalho de milênios de evolução natural e criação da diversidade humana. Raça é à maneira da qual a Natureza se manifesta em nós. Destruir e miscigenar as raças - qualquer raça - seria destruir todo o trabalho da Natureza. Deve-se preservar e cultivar nossa própria estirpe, a herança de nossos antepassados, nossa história e cultura. Ao preservar o Sangue, nós cultivamos, colaboramos e evoluímos com a Natureza. Nós não queremos e não acreditamos que possuímos o direito de destruir, exterminar ou prejudicar qualquer outra raça. O homem deve seguir o conceito da Honra pessoal e pelo respeito para com os outros Povos. Devemos desejar que o nosso Povo - e também todos os outros - criem um respeito mútuo e se orgulhem de sua própria cultura, de suas tradições e história. Não há como negar a existência das diversas raças que formam a espécie humana. Ao estudarmos a História, observamos que as diferentes culturas são reflexo das diferentes raças. O argumento de que raças não existem é um mito muito freqüentemente promovido atualmente por governos e sistemas que lucram com a criação de sociedades multiculturais. O Sangue é a herança cultural que devemos à nossos antepassados e que forma a Comunidade étnica. Quando as pessoas compartilham uma mesma origem, criação e tradições, quando possuem uma terra em comum, uma terra pela qual seus antepassados lutaram e cultivaram para o futuro, possuem valores e uma concepção de mundo semelhante, reagem e pensam de maneira parecida. Emanciparam-se do sentimento individualista para um sentimento de comunidade; as pessoas se preocupam umas com as outras, não são indivíduos isolados, mas membros de um mesmo Povo. Isso cria um sentimento de identidade, nós nos sentimos um vínculo com estas pessoas. Esse sentimento é inegável e natural do Homem. Quando ele existe, as pessoas trabalham juntas, colaboram umas com as outras para a criação da civilização. O Mundo Moderno é baseado na concepção materialista e capitalista do mundo. Ele nada tem a ver com a idéia de Comunidade ou de preservação cultural, pois é regido por uma anti-cultura consumista e totalmente individualista. Não há nenhuma tentativa de manter ou cultivar os grupos naturais. A moral das sociedades modernas é a busca pela felicidade pessoal, que se encontraria apenas com o acúmulo de capital e bens materiais. Como já nascemos em um determinado ambiente e somos criados em determinada cultura raramente pensamos sobre a origem e o motivo da existência de comunidades, sociedades e nações, daonde vieram (o que vai além da História) e o que realmente une à nos todos. A Comunidade é a conseqüência natural e histórica da formação de qualquer povo que, com o tempo, através da união entre as pessoas, vai desenvolvendo naturalmente uma cultura, uma série de princípios, uma maneira de ver o mundo, de reagir a determinadas coisas, conseqüentemente uma história em comum, o que cria uma identidade e um vínculo. Algo natural, que sempre existiu em todas as tribos e comunidades de todas as culturas desde a existência do Homem. Esse vínculo gera um dever e uma preocupação com as pessoas com quem convivemos, existe o objetivo de trabalhar para o bem comum para com quem nos importamos. O ponto principal desta questão é tentar compreender a essência da sociedade multicultural. Obviamente nenhuma comunidade (veja que não fala-se de sociedade) é multicultural desde o início, então qual seria o motivo pra essa aglomeração de pessoas de diferentes culturas, raças e princípios vivendo em um mesmo espaço? O que une à todos? Uma cultura? Uma identidade única? Qual seria a afinidade entre esses milhões de pessoas? A resposta é simples: dinheiro. A única coisa que mantém todos juntos é o sistema de produção-trabalho-consumo. Tratam-se de sociedades em que a essência é o materialismo e o lucro pessoal. Não há nenhum vínculo ou preocupação mútua. Assim como imigrantes são pessoas que abandonam a própria pátria para ir à outra se dar bem, ganhar dinheiro e gastar mais ("ter uma vida melhor", como diriam os sociólogos). Alguém consegue imaginar um índio saindo de sua tribo e abandonando seu povo pra ir pra outra? Somente as sociedades modernas tentam substituir esse senso comunitário por valores como a eterna busca pelo lucro pessoal, em que o dinheiro é mais importante do que o Povo. A única razão da existência da sociedade multicultural é o comércio e o dinheiro, apenas isso. Assim sendo, qualquer pessoa - mesmo que diga-se anti-capitalista - que ataca o "racismo" - que seria uma reação natural pela defesa de seu espaço e cultura - e defende qualquer tipo de sociedade multirracial, e o multirracialismo em si, está defendendo uma sociedade sem nenhuma essência, história, cultura ou vínculo humano, mas apenas um sistema que utiliza-se das pessoas como produto para seus interesses puramente capitalistas. Não há nenhum motivo para a existência do multiculturalismo, apenas os capitalistas lucram com sociedades materialistas e individualistas. A exploração só acontece em sociedades multiculturais, não em Comunidades orgânicas onde há uma preocupação mútua entre as pessoas. É perfeitamente natural que cada raça tenha sua nação e território e que possam viver de acordo com suas leis, culturas e valores. Assim sendo, as sociedades atuais são sociedades multiculturais, e todas as sociedades multiculturais são fundamentalmente individualistas, materialistas e decadentes. A idéia multirracial promovida por sociólogos degenerados, engenheiros sociais e pela maioria dos governos ocidentais é a idéia de que os países e nações existem com o único propósito de que indivíduos devem viver em busca do dinheiro para sua auto-realização individual. É hora de encararmos que a concepção Nacional-Socialista não se trata de uma idéia abstrata, mas de um sentimento natural humano e de uma realidade. A verdade é que conflitos raciais não ocorrem quando há a existência de Comunidades étnicas, as guerras e choques culturais só acontecem em sociedades multirraciais. Não é o instinto de auto-preservação que cria ódio e discórdia, mas graças ao multiculturalismo que coloca povos diferentes nos mesmos Estados, que defende o interesse de um enquanto ataca outro. Graças aos atuais governos modernos e anti-nacionais que há absurdos como guerras civis e separatismo cultural. A dura realidade é que sociedades multiculturais não funcionam. Enquanto houver grupos de pessoas com valores, religiões e cultura diferentes em um mesmo local, isto é, uma maneira de ver o mundo, de reagir a determinadas coisas de um modo diferente, haverá ódio, discriminação, preconceito e guerras. Está na Natureza do ser-humano identificar-se com seu semelhante. Os laços formados pela origem, criação e tradição são reflexo do poder do Sangue e formam a nossa concepção de mundo. Povos e culturas diferentes possuem visões diferentes. O ideal é que cada etnia tenha sua nação e território para viver de acordo com suas leis, cultivar seus costumes e cultura. A revista cientifica Amerika publicou ano passado matéria sobre os males da miscigenação em países do terceiro mundo. Segundo a reportagem a miscigenação atrapalha o mapeamento do genoma de uma população de um país, exemplo como o Brasil, fica praticamente impossível mapear o genoma da sua população, pior ainda é conseguir afirmar qual o biótipo padrão para um melhor tratamento de saúde da população. Na Noruega, por exemplo, o governo mapeou 95% do genoma do povo norueguês, e esses 95% são praticamente iguais. Com tal resultado, ficou muito mais fácil para o governo investir no tratamento de doenças, vícios e outros problemas sociais. Se esse assunto for conversado entre leigos no Brasil, logo a pessoa será taxada de racista, fascista, nazista etc. A palavra "racismo" pode ter muitas conotações diferentes. Alguns a utilizam como o ódio de uma raça a outra, outros que se trata de preservação e culto à própria etnia e cultura. A questão é que o Racialismo preserva o amor, o orgulho e a Honra. Se existem multiculturalistas legítimos, somos nós. Nós que acreditamos que todas as raças devem cultivar sua própria cultura e que a mistura destas, cria conflitos e as destrói. Não queremos a aniquilação ou inferiorização de qualquer raça, mas a preservação e evolução da diversidade humana e de suas diferenças. Foi assim que a mão do Criador fez o mundo, e assim desejamos preservá-lo.